O pão que une

Foi ontem no Dia Internacional do Pão que apresentamos a vocês a origem dos pães do CHICAFUNDÓ, que nada mais é do que um ritual amoroso mantido todo dia para nutrir o sabor de um futuro alimento.

Devido sua tão antiga origem se tem dificuldade para precisar o surgimento exato do pão, porém estima-se que tenha surgido há cerca de 12 mil anos, juntamente com o cultivo do trigo, na região da Mesopotâmia, onde atualmente está o Iraque.

Já por volta do ano 7.000 a.C os egípcios foram os primeiros a usar fornos de barro para assar o pão, a eles também se atribui a descoberta do fermento, responsável por deixar a massa do pão leve e macia como conhecemos hoje.

Na Europa o pão chegou em 250 a.C. e não demorou para ele se tornar o principal alimento da Roma Antiga, sendo preparado em padarias públicas. Com a expansão do Império Romano o hábito de consumir pão foi difundido por grande parte da Europa.

E foi novamente do calcanhar da Itália a origem de um projeto muito interessante que contamos para cerebrar o Dia do Pão – a Pasta Madre saiu na quarta-feira ,15 de abril de 2009, entre o Vale Trulli Itria para percorrer a Europa.

É um projeto – uma ação conceitual – um New Ritual – para um planeta em crise, é uma espécie de ação de comunicação real, um alimento para o corpo e para a alma, que possa reconstituir a história e ir além da troca de hospitalidade para criar elos afetivos. “Corte o pão …  sobre o tempo de recessão”

“Queremos com esta Pasta Madre traçar as casas como uma forma, um sinal, uma palavra, um pensamento, um cheiro, uma história, uma poesia, uma vida e trazer a experiência anterior para o próximo, através de uma imagem, um símbolo, um sabor”

A ideia dessa peregrinação é reunir os sinais da humanidade a fim de passá-la de país para país – de casa em casa. Em casa! No sentido de que o pão se torne o símbolo da casa, em cada lugar ter uma agradável e quente “família”.

A pasta madre vai se regenerando com farinha local, para conter a vida local no mesmo pão e vai tomando outros caminhos para outros países e continentes.

“Como uma mãe, um útero ela cresce durante a viagem entre os seus filhos dispersos sobre a terra, é assim alimentada por histórias, experiências e vidas”

Este projeto foi criado para ser um bom presságio, rico em história e experiência, irá certamente continuar a viver e seguir sua excursão pela Europa e quem sabe para poderá ser compartilhado com o restante mundo.

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2 responses to this post.

  1. Posted by LAIR SOARES CORRÊA on Outubro 17, 2010 at 10:10 pm

    Amei saber do Dia e a história do pão, que alimenta a humanidade a tantos séculos e volta aos nossos dias através da habilidade das meninas do CHICAFUNDÓ. BJS MAMA

    Responder

  2. Posted by Luthielle on Outubro 18, 2010 at 2:04 am

    Pão é muito bom, né?!!
    Anteprima – Chicafundó é cultura hein…hein…

    Responder

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